domingo, 29 de janeiro de 2012

AHOLA: Diário de Estúdio (Pt. 4)

A quarta parte do diário de estúdio do AHOLA foi publicada no site da STALKER – não deixe de ver o original com fotos clicando aqui! A tradução segue abaixo.

Diário de Estúdio - Parte 4 - 23 a 25 de janeiro

Anza veio para meu apartamento no domingo, depois dos shows em Pieksämäki e Äänekoski. Nós empilhamos dois combos de head + gabinete (meu ENGL e o gabinete customizado do Anza) lado a lado e eu fiz o cabeamento e deixei-os prontos para o dia seguinte. Você sabe, meu apartamento não é um estúdio de verdade, é um lar, mas por sorte é um apartamento de dois andares e eu esvaziei um quarto no andar de baixo para os amplificadores barulhentos (desculpe, vizinhos!).

Eu tenho meu escritório, ou digamos pequeno estúdio, no andar de cima, onde escrevo minhas músicas e preparo minhas demos. Há um monitor profissional com alto-falante ativo da Genelec. Eu também tenho um ótimo (ainda assim portátil) sistema de som e um canal de som com um bom pré-amplificador, de-esser (tira os ruídos sibilantes: os esses fortes que algumas pessoas têm ao cantar ou falar), compressor e equalizador.

Eu cheguei à conclusão de que o Shure SM57 é uma boa escolha para gravar guitarra. Eu também tenho um microfone de tubo e um condensador em casa, mas eu aprendi... eles não trazem nada de muito especial. Talvez se tivéssemos mais tempo para testar e tentar conseguiríamos algo especial, mas o SM57 é uma escolha que não tem como dar errado.

Sem entrar em detalhes, eu tive alguns problemas com o programa que estou usando, já que é totalmente novo para mim, mas eu queria ter certeza de que o software não falharia. Então eu, eu mesmo e eu falhamos bastante até pegar o jeito da coisa, mas com o tempo fui pegando a coisa melhor e melhor (o que acontece com o manual? Nunca ajuda, ainda mais quando se tem pressa, hah!). Para ser honesto, Anza também precisava de um tempo para entrar no clima. Mas eu já escrevi sobre isso. Gravações são um mundo totalmente novo. O clima, o suor, o barulho, o PÚBLICO… não estão lá. Então, a gente precisa encontrar um jeito novo de abordar a música e o tocar.

Finalmente entramos nas gravações a todo vapor. Já que o relógio não estava nos esperando, decidimos começar a gravar os solos com um gabinete fechado e silencioso de guitarra. É uma invenção bem legal (e pequena!), que funciona especialmente para os solos de guitarra (as notas mais altas). A guitarra base não funciona muito bem, já que é bem estrondoso e a pegada não aparece. Anza fez um ótimo trabalho com os solos, já que ele já sabia o que tocar... por outro lado, em uma música em que eu pedi para tocar qualquer coisa ele realmente mostrou que está aprendendo o dom da improvisação. Para mim, a mágica do momento freqüentemente funciona melhor.

Vamos deixar isto claro aqui: Anza é um artista. Antti e Jari são músicos talentosos, mas também são professores e pais… você sabe, ele precisam fazer certas coisas na programação. Anza e eu estamos com uma situação diferente na vida. Anza deve estar apaixonado pelas suas guitarras. Quando gravamos isso, ele estava cheio de energia. Toda vez que queria ouvir o que ele tinha acabado de gravar... ele não parava de tocar , o que quer que seja que ele toca (country, jazz, metal, etc.). Se você der uma guitarra para ele, ele vai tocar o dia todo. Ele respira e vive música, e especialmente música de guitarra.

Nós tivemos um dia longo e estressante por conta das dificuldades. Então decidimos assistir um episódio de South Park e ir dormir.

Os dois dias seguintes foram bem parecidos. Escolher uma música. Procurar o som certo para aquela música. Tocar e verificar se a interpretação estava OK. Gravando as faixas de guitarra. Adicionando algumas coisas especiais. Tocando o solo, talvez dois… talvez três! Então, assim foram os dias. Nós gravamos coisa boa para vocês escutarem. No momento eu estou fazendo as minhas partes e o Anza voltará no domingo.

Obrigado por ler!

sábado, 21 de janeiro de 2012

AHOLA: Diário de Estúdio (Pt. 3)

A terceira parte do diário de estúdio do AHOLA já foi publicada no site da STALKER – não deixe de ver o original com fotos clicando aqui! A tradução segue abaixo.

Diário de Estúdio – AHOLA - Parte 3 – 14 de Janeiro de 2012

Jamo disse que estaria na minha casa às 09h42. Ele estava. Eu estava cansado, já que tenho a tendência a dormir depois das duas ou três da manhã. Dessa vez eu acho que já era depois das 4 quando realmente caí no sono. Então, me sentindo não muito descansado desta vez, eu entrei no carro do Jari e seguimos. Eu esqueci a minha câmera em casa, então tivemos que voltar depois de alguns minutos dirigindo. Hah desculpe, Jari!

Desta vez chegamos ao estúdio na hora. Não foram necessárias muitas preparações, já que o amplificador e o set up do baixo estavam prontos. Você sabe, eu tive meu momento com o baixo alguns dias antes. Tudo o que tivemos que fazer foi procurar o som certo para o Jamo. Não demorou muito, já que o Fender JazzBass dele soa... bem, soa como um baixo de jazz! É um instrumento versátil. Acho que é por isso que tantos baixistas o usam.

Como é freqüente, gravamos o baixo direto do DI para o disco rígido e também através do meu amplificador valvulado Marshall, que realmente detona. O pedal de distorção para baixo EBS Multi Drive nos deu o clima que precisávamos. O som ficou pronto rapidamente – um som que não faz acordos! Como não deve. Isto em rock ‘n’roll, sabe.

Jarí ligou o instrumento dele e estava pronto para fazer história. Começamos pelas faixas que ele se sentia confortável para começar. Sabe, as músicas que temos tocado há mais tempo. A princípio levou um tempo para afinar o cara também. É normal levar um tempo para achar o clima no estúdio. O jeito como se toca seu instrumento ao vivo nem sempre é o jeito que funciona no estúdio, com o metrônomo ticando no fundo e tal e coisa. 

Depois de algumas tomadas Jari achou o clima certo. A maioria das músicas foi assim: Jamo fez duas, talvez três tomadas e nós a ouvimos. Se havia algo para arrumar, nós arrumamos. O toque geral foi ótimo e ele tocou de maneira muito precisa. Talvez apenas duas músicas precisaram de mais tempo, já que eram novas e nós ainda estávamos pensando no melhor jeito para lidar com elas. Logo descobrimos.


No geral, Jari fez um ótimo trabalho. Treze músicas em um dia, sem compromissos. Ele também usou seu baixo customizado tipo Thunderbird em algumas músicas que foram alteradas para afinação em Ré. Aquele baixo realmente rugiu como uma besta! Um belo tempero à mistura.

 O dia acabou e Jari realmente mereceu boa comida e algumas cervejas. Você sabe, eu tenho apenas escutado e produzido a maior parte do tempo – e eu tenho a chance de celebrar todas as pequenas vitórias pelo caminho! Obrigado Jari e obrigado a vocês por lerem.


O próximo desafio será as faixas de guitarra. Eu acho que elas levarão mais tempo.

Até a próxima,
J."

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

AHOLA: Diário de Estúdio (Pt. 2)

A segunda parte do diário de estúdio do AHOLA já foi publicada no site da STALKER – não deixe de ver o original com fotos clicando aqui! A tradução segue abaixo.

Diário de Estúdio – AHOLA - Parte 2 – Dias 08, 09 e 10 de Janeiro de 2012

"Depois de uma manhã um pouco acidentada, ou deveríamos dizer meio dia, voltamos ao estúdio. Desta vez foi apenas Antti e eu, já que Anza e Jamo já tinham saído. Primeiro escutamos as faixas de apoio que fizemos para o Antti. Duas das tomadas já soavam muito boas. As músicas eram Stoneface (na qual Antti achou um groove legal) e uma de rock puro que eu escrevi há algum tempo. Então ao invés de 14 faixas de bateria para gravar, tínhamos 12.  Bom!

Antti estava se sentindo meio mal (porque será, há!), mas ele lutou como um verdadeiro soldado. Foi um tanto quanto hilário vê-lo tocar e bufar de exaustão! Enfim, depois de talvez três músicas ele estava se sentindo bem melhor e as coisas foram muito bem.

Então, foi bem assim: “OK, vamos tentar esta música desde o começo” e nós a ouvíamos inteira. Às vezes era “Hum… Eu acho que esse não foi o seu melhor. Você pode tentar de novo?” ou “Isso foi legal! Você só tropeçou um pouco aqui, então vamos deste ponto e tocamos juntos e é isso”.  Quando chegou a noite Antti já tinha terminado tudo. Valeu muito a pena ensaiar apropriadamente e é claro que as habilidades de Antti como baterista se mostraram muito bem. Você sabe, este cara toca guitarra e teclados muito bem também!

Tínhamos então as 14 faixas de bateria prontas para serem editadas. Decidimos deixar isso para o dia seguinte. Isto significava que o Antti estava pronto e na segunda seria apenas Jani e eu. E assim foi. Nós passamos por todas as faixas detalhadamente e as editamos. Foi um trabalho mais lento do que eu esperava (“Ah, eu esqueci este trecho, não se encaixa muito bem”, “Espere um segundo, eu acho que tem outra tomada melhor que este”, etc.), mas depois que isto foi feito, ainda tive tempo de tocar um pouco de violão também.

Nós começamos com uma música chamada Restless que contém uma parte simples de violão que é tocada uma corda por vez. Já que eu queria que fosse bem preciso, demorou um tempo para tocar inteira. Também havia partes tradicionais, onde eu só dedilhava o violão. Estas foram as partes fáceis. Um ou duas tomadas e pronto. Jani estava cansado, então decidimos continuar no dia seguinte.

Na terça-feira eu estava de volta para o violão. Eu acabei usando um Taylor que Jani já tinha no estúdio. Inicialmente eu queria ter usado meu próprio Takamine (você sabe, quando se toca o próprio violão, ele serve como uma luva), mas eu realmente gostei do violão que ele sugeriu depois de tocá-lo por um tempo. Stoneface precisava de um pouco de violão para os refrões. Também decidimos tocá-lo em Ré maior ao invés de Mi maior, por que queríamos um som mais pesado. Eu só afinei o Taylor em drop-D já que de outra maneira precisaríamos de cordas mais grossas e alguns ajustes. Hah, levei um tempo para me adaptar e tocar com a afinação diferente, mesmo que somente uma corda estivesse em outra afinação.

(N. da T.: drop-D é uma afinação de guitarra/violão onde a corda mais grave é afinada em ré, ao invés de mi, como na afinação padrão.)

E aí nós temos essa música diferente. Antti tocou a maior parte com vassourinhas e há um monte de violão nela. Eu dedilhei bastante nesta. Vamos ver como esta música vai soar. É uma legal e diferente ou mais como uma faixa bônus. Veremos!

Como eu também sou um tipo de baixista, eu queria ter meu momento com as quatro cordas. Nós temos uma música justamente para o meu estilo de tocar, com um monte de distorção e ataque no som. Esta música em particular foi escrita há um bom tempo, então era bem familiar para mim. Eu fiz em dois tomadas. A primeira foi tipo “Ah sim, eu deveria ter tocado assim e assado”. A segunda vez tinha o que a música precisava.

Então é isso! Nós estaremos de volta ao estúdio amanhã (que significa 14 de janeiro enquanto escrevo isso) e então Jamo estará fazendo as partes de baixo dele. As coisas irão bem, já que ele é um baixista muito firme."

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

AHOLA: Diário de Estúdio (Pt. 1)

            O J. está escrevendo um diário de estúdio sobre as gravações do álbum de estréia do AHOLA. Ele está sendo publicado na Stalker Magazine – a primeira parte foi disponibilizada hoje. Não deixe de acessar o post original clicando AQUI e veja as fotos! A tradução segue abaixo.


            Ele também publicou um vídeo bem legal com cenas dos bastidores de shows, ensaios e da gravação (apenas em inglês). Clique aqui para assistir. No vídeo podemos ouvir a versão demo da música Stoneface, que fará parte do álbum.

12 de Janeiro de 2011 - Diário de Estúdio do AHOLA

Cidade: Tampere
País: Finlândia
Website: www.aholaband.com
Data: Janeiro de 2012

O AHOLA é o novo projeto do vocalista Jarkko Ahola (Teräsbetoni, Northern Kings), Antti Karhumaa, Jari Laitinen e Antti Mäkelä. Todos que conhecem o J. sabem que este cara representa música pesada com vocais ainda mais pesados, poucos vocalistas de metal conseguem alcançar notas tão altas quanto ele. Seu novo “bebê” agora está ocupado com as gravações do álbum de estréia e o J. irá pessoalmente mantê-lo atualizado sobre o progresso, com exclusividade para a STALKER.

Parte 1 – 07 de janeiro de 2012
            Já era tempo de fazer o que começamos no último sábado: entrar em estúdio com 14 músicas do AHOLA. Isto já estava cozinhando há algum tempo, e nós temos ensaiado as músicas juntos sempre que há  tempo. Na verdade eu escrevi uma música nova apenas três dias antes de entrar no estúdio. Os caras acharam que ela era legal e nosso baterista Antti pegou na hora, embora ela tivesse várias partes e alguns elementos de progressivo. Sabe, é mais fácil aprender coisas novas quando você gosta do que está aprendendo!
            A maioria da banda mora próximo a Turku, então nós fizemos jams e ensaiamos por lá. Eu moro a aproximadamente 130km de distância, então levo um certo tempo para ir e voltar. De qualquer maneira, também demorou um certo tempo para os caras chegarem onde eu moro, na verdade atrasamos duas horas para chegar no estúdio! “Oi Jani (técnico do estúdio), nós chegaremos em torno do meio dia”. “Oi de novo, eu acho que uma hora é mais próximo do horário em que chegaremos”. “Hum... oi de novo, nós chegaremos um pouco mais atrasados. Tipo, depois das duas... só um pouco. Desculpe...”
            Bom, que diabos! Nós somos músicos (é nossa prerrogativa estar atrasados, certo?) e Jani Viitanen, o cara o estúdio, nos disse que isso não era nada. Algumas pessoas simplesmente NUNCA aparecem. Eu realmente não sei qual o objetivo disso, mas quem se importa. NÓS estávamos lá afinal e todos pareciam se sentir bem. E por que não? Nós estávamos criando músicas novas ali!
            Então, o estúdio que queríamos usar para gravar a bateria (e ainda vamos usar para baixo e violão) chama-se Headline Studio. Está no centro de Tampere Rock City há 15 anos e eu realmente gosto da atmosfera de lá. Os caras da banda também gostaram quando viram pela primeira vez, ao entrar. Nós descarregamos os amplificadores da bateria e do baixo da van Volkswagen velha para danar do pai do Antti (deve ser do começo dos anos 80) e começamos a montar o set da bateria. Na verdade, antes o Antti trocou as peles dos tambores, mas isso não demorou muito. Os outros tiveram tempo de fazer o check-in no hotel e sentirem-se em casa. Eu acho que isso envolveu alguma cerveja também...
            Fazer a bateria soar como queríamos levou algum tempo – claro, nunca é um trabalho fácil ou rápido. O bumbo, que eu pensei que seria difícil, demorou pouco, mas nós tivemos problemas com os tons – o equilíbrio entre eles, para ser exato. Um soava muito quadradão e o outro muito monótono. O tom maior foi só o caso de ajuste, mas nós não conseguíamos fazer o primeiro tom soar direito. Então nós testamos um velho tom Sonor que o Jani já tinha lá no estúdio. Era exatamente o que precisávamos! O ajuste era exatamente o mesmo que o tom do Antti tinha, mas simplesmente soava melhor. Mais cheio. Então pronto, era isso.
            Depois disso nós tentamos encontrar o som correto para a caixa. Nós testamos quatro caixas diferentes sem atenuação. Eu achei que os sons atenuados eram melhores e escolhemos duas caixas diferentes. Uma para as músicas mais rápidas e uma para as mais lentas e mais pesadas. Também usamos um chimbal para algumas músicas. Além da microfonação individual, usamos dois tipos de microfonação geral. Um para um som mais amplo e um para o oposto. Nós também tínhamos dois pares diferentes de som ambiente para dar um peso na bateria. Então, era isso. Bateria soando certa e os microfones nos lugares certinhos. OK, vamos lá!
            Eu estava bastante envolvido com a elaboração do som, mas também tivemos tempo de falar besteira e fazer toda a sessão de maneira relaxada. Nós beliscamos alguma coisinha e depois estávamos prontos para tocar todas as faixas juntos. A idéia era fazer faixas de apoio para o Antti, de maneira que ele tivesse a sensação de tocar com a banda enquanto gravávamos os vários takes. Alguns dos primeiros takes do Antti foram tão bons que os escolhemos para serem as versões finais. Levou um tempo para tocar todas as catorze até que ficassem boas o suficiente para o Antti se basear. Depois disso nosso dia estava completo. Era definitivamente hora de celebrar a nova experiência que estávamos tendo e ainda teremos!
            E não nos divertimos? Claro que sim! Nós fomos a um belo restaurante chamado Praha para tomar umas cervejas e umas bebidas – e claro, comemos. O dia passou super rápido e ninguém tinha comido comida de verdade, então já era tempo! Mais tarde Jani se juntou a nós e contou algumas histórias engraçadas sobre – quem mais? – nós, músicos. Cara engraçado e legal para se trabalhar. Nós acabamos em um bar de rock local e... bem, esta é outra história! A manhã seguinte não foi das mais fáceis...
            Eu voltarei!
            J.

Vídeo: Living the Dream (primeiro show e cenas do estúdio) http://youtu.be/d7OE790-OqA

domingo, 8 de janeiro de 2012

J. Ahola: Biografia

Foto: divulgação.

Jarkko Kalevi Ahola (pronuncia-se Iár-ko Kálevi Árrola) nasceu na cidade de Toijala (atualmente chamada Akaa) em 24 de agosto de 1977. Desde criança, tinha uma grande imaginação e um quê dramático. Durante o ensino básico, a criatividade começou a se desenvolver e ao chegar ao final do ensino fundamental, ele descobriu um kit de bateria em uma das salas, e desde então ele se apaixonou pela música.
Logo J. montou uma banda com amigos da escola. Embora não tivessem conhecimento na época, a empolgação fez com que eles aprendessem rapidamente. A banda chamava-se Tribunes (antes JVS) e era influenciada por Deep Purple, Rainbow, Black Sabbath, Whitesnake, David Coverdale, Dio e Glenn Hughes. Aos 13 anos, meio sem querer, ele se tornou o vocalista da banda e embora acreditasse não ser muito bom naquilo, insistiu e nunca mais deixou de cantar.
A banda terminou em 1991, mas ele continuou experimentando com música, e desenvolveu seu talento com a composição de músicas e letras. Em parceria com Antti Mäkelä, escreveu músicas para a banda High Voltage e eventualmente tornou-se capaz de compor músicas inteiras, das letras aos arranjos. Durante os anos, J. participou de diversas bandas:
High Voltage (1992–1996): formada com Antti Mäkelä. A banda gravou diversas demos.
Bulldozer (1996–2000): Ville Lehtinen, amigo de infância, convidou J. para um teste e ele se tornou então o vocalist. Em 1997, ganharam um concurso de melhor banda local e gravaram duas demos, Bulldozer e Love/Hate. 
Foto: Anni Lehtinen.
Two (2000–2003): inicialmente um duo formado com Jami Katajisto, faziam shows acústicos locais. O duo se tornou um trio com a adição de Heikki Ahonen como baterista.
Helmisetti (2001-): formada com Krisse Leppänen e Antti Mäkelä, a banda tonou-se popular nos bares locais e é focada em versões de clássicos antigos, rock, pop e metal, com setlist eclético. A banda anda se apresenta uma ou duas vezes por ano. A última apresentação foi em 25/dez/2011 em Viiala, Finlândia. Os músicos se alternam nos instrumentos. Um vídeo desta apresentação pode ser visto na página oficial do J. no YouTube.
Critical Mess (2003–2004): a banda tocava principalmente covers, com foco em hard rock. Formada com Pate Laitinen e Juspa Sillanpää.
Cosmic Spell (2003): formada com Ville (Lehtinen) Terämä e Heikki Ahonen. Chegaram a gravar duas demos (em 2004 e 2006), mas a banda foi pausada devido à popularidade do Teräsbetoni. No MySpace oficial do J. é possível ouvir a ótima música Once.
Dreamtale. Foto: divulgação.
Dreamtale (2004–2005): é uma banda de power metal que já tinha dois álbuns quando J. entrou. Ele gravou o terceiro álbum, Difference, e um single, Wellon, mas deixou a banda devido ao sucesso do Teräsbetoni. No MySpace oficial do J. é possível ouvir a música Sail Away e Fly.
Em 2002, J. decidiu estudar e fez o curso de Gravação Digital e Música Comercial na Universidade de Ciências Aplicadas de Pirkanmaa, onde aprendeu mais sobre gravação, mixagem e produção. Durante os estudos, conheceu A. Järvinen e V. Rantanen e durante algumas conversas, tiveram a idéia de montar uma banda de heavy metal que cantasse em finlandês. Assim, em 2003, nasceu o Teräsbetoni, que fez imenso sucesso na Finlândia nos últimos anos.
Ele possui um pequeno estúdio caseiro onde trabalha suas composições e J. é, atualmente, um compositor prolífico e multifacetado. Além disso, desenvolveu seus talentos como músico durante os anos, sendo capaz de tocar guitarra, baixo e bateria, além de cantar.
Em 2011 o Teräsbetoni anunciou uma pausa no grupo e J. iniciou um novo projeto, a banda AHOLA, que tem um som mais rock n’ roll tradicional e letras em inglês. Em 07 de janeiro de 2012 o AHOLA entrou em estúdio e o álbum deve ser lançado no decorrer deste ano.

Fonte: todos os sites listados ao lado.

J. Ahola: Vídeos

Canal Oficial do J. Ahola
Possui vários vídeos com o dia-a-dia dele. Alguns vídeos estão em inglês, alguns apenas em finlandês.

Canais de Fãs no YouTube
Vídeos ao vivo feitos por fãs sortudos, com várias aparições de J. Ahola em seus diferentes projetos.

Mystical Maidens
http://www.youtube.com/user/MysticalMaidens

Atturam    
http://www.youtube.com/user/Atturam

CalthaGold         
http://www.youtube.com/user/CalthaGold

Novelle77                                        
http://www.youtube.com/user/Novelle77

Vídeos de Participações Especiais
Jouluksi kotiin: Sylvian joululaulu
Concerto especial de Natal, gravado e televisionado em 25.12.2011 junto com uma Orquestra de Vantaa e o condutor Nick Davies. Esta magnífica interpretação foi muito comentada, e considerada um dos destaques da noite.

Anthriel: Controversial Euphoria
Participação de J. como vocalista substituto no Sauna Open Air, Tampere, Finlândia, em 11.06.2011. No mesmo canal estão disponíveis outras músicas desta apresentação.

J. Ahola: Outros Projetos e Participações

O J. é bastante presente na cena finlandesa e participa de muitos eventos, projetos e shows especiais. Abaixo estão os mais recentes. 

Foto: Viviane Lake.
- Shows solo
J. Ahola faz pequenas apresentações acústicas, geralmente acompanhado de Antti Mäkelä, em bares e restaurantes. Toca clássicos do rock, como Queen, Rainbow, Thin Lizzy, Whitesnake, AC/DC, Uriah Heep e muitos outros. São shows intimistas, e há muitos vídeos destas apresentações nos canais do YouTube listados no post de vídeos.

Fonte: páginas oficiais do J. listadas ao lado.



- Jouluksi kotiin
O Jouluksi kotiin foi um concerto especial de Natal televisionado. Acompanhados de uma Orquestra de Entretenimento de Vantaa, JP Leppäluoto, Tony Kakko, Johanna Kurkela e o J. cantaram canções tradicionais de Natal. O maestro Nick Davies fez a regência. A interpretação de J. da música Sylvian joululaulu foi considerado um dos destaques do concerto (assista-o no post de vídeos).

Fonte: páginas oficiais do J. listadas ao lado.

- Concertos – Tributo ao Queen
Foto: divulgação.
As orquestras das Forças Aérea e Naval finlandesa fizeram quatro shows tributo ao Freddie Mercury (fazem 20 anos da morte dele) e ao Queen (que completou 40 anos). Diversos clássicos do Queen foram arranjados para serem tocadas pela orquestra e J. foi convidado como vocalista. Os shows aconteceram entre 11 e 18 de novembro de 2011 em Jyväskylä, Tampere, Helsinque e Turku. Os vídeos também podem ser vistos nos canais de fãs do YouTube.

Fonte: páginas oficiais do J. listadas ao lado.


- Hengitä sisko 
J. Ahola fez uma versão de Hengitä sisko que aparece em dois álbuns:


Pispalassa Jytää
Álbum – Lançado em 2010
Este álbum é um tributo à banda Coitus Int. and Juice Leskinen, e o lucro das vendas do CD é doado à Federação de Lares & Abrigos para Mães e Crianças. J. cantou a música Hengitä sisko.


  

Maalaispojan Laulut
Álbum (ao vivo) – Lançado em 2011
O músico finlandês Mikko Alatalo (autor da Hengitä sisko) completou 60 anos e um concerto comemorativo foi organizado. Vários músicos foram convidados para tocar/cantar as músicas dele, e J. foi um deles. Ele apresentou Hengitä sisko ao vivo, em show que foi televisionado e gravado. O álbum Maalaispojan Laulut contém as versões ao vivo das músicas apresentadas.

Fontes: páginas oficiais do J. listadas ao lado, Mikko Alatalo e Wikipedia


- Anthriel
O Anthriel é uma banda de metal progressivo que esteve, em 2011, temporariamente sem vocalista. J. participou como vocalista substituto em dois momentos.
Primeiramente, ele gravou uma música com o Anthriel para o álbum Embrace the Sun, que foi lançado para levantar fundos para as vítimas do tsunami no Japão, através da Cruz Vermelha. A música chama-se Circle of Life, foi composta por Timo Niemistö e a letra foi escrita pelo J.
Posteriormente, J. cantou durante o show deles no Sauna Open Air, que aconteceu em Tampere, Finlândia, em 11/jun. Há vídeos da (ótima) performance no YouTube (veja post sobre vídeos).

Fontes: páginas oficiais do J. listadas ao lado e Anthriel.


- Sauruxet
O Sauruxet é uma banda de heavy metal para crianças, composta por músicos que se vestem de dinossauro (e um dragão). A banda é bastante popular na Finlândia, tanto com as crianças quanto com os pais. O álbum de estréia, “Saurusplaneetta“, lançado em setembro de 2011 e contém duas composições de J. Ahola.

Fonte: páginas oficiais do J. listadas ao lado e SauruXet.

J. Ahola: Discografia

Hold (demo)
Ano de produção: 2001

Faixas
1. Hold You In My Arms
2. It’s Your Life
3. When Will It End


Blind (demo)
Ano de produção: 2002

Faixas
1. Blind
2. Through With You
3. Mysterious Eyes


Down (demo)
Ano de produção: 2003

1. Down
2. Turn Around
3. The Moment and I Need Love
4. Is It All Worth
4. Blind (ao vivo)



Cosmic Spell (demo)
Ano de produção: 2004

Faixas
1. Cosmic Spell
2. Gimme A Break
3. Once
4. Guilty

No MySpace oficial do J. Ahola é possível ouvir a ótima música Once


Invitation (demo)
Ano de produção: 2005

Faixas:
1. Invitation (intro)
2. Don’t Forget The Morning
3. Two Sides Of A Story
4. Right Before My Mind
5. Farewell (outro)

No MySpace oficial do J. Ahola é possível ouvir a música Don’t Forget The Morning.
  

Cosmic Spell:  Poles Apart (demo)
Ano de produção: 2006

1. Poles Apart
2. The Calling

AHOLA: Biografia


            A banda AHOLA surgiu de uma idéia em que J. trabalha há muito tempo, baseada em músicas em inglês com um som rock n’ roll, mais direto, ao mesmo tempo com influências bem diversas (setentista, metal, alternativo, pop, punk). Em 2011, ele pôde se dedicar a este projeto, gravando uma demo com 6 faixas e montando a banda junto de Antti Mäkelä (bateria) e Jari Laitinen (baixo).
            A banda foi inicialmente anunciada, ainda sem um guitarrista solo, através dos sites relacionados ao J. Ahola, tendo posteriormente um site próprio. Algumas amostras das músicas foram disponibilizadas através do MySpace, que foram bem recebidas pelos fãs.

Foto: divulgação.
            Logo a banda encontrou um guitarrista solo, Antti Karhumaa, e anunciou seus primeiros shows. Na semana da estréia, a banda disponibilizou uma amostra nova por dia das músicas da demo, e no dia 06 de agosto, a banda AHOLA fez sua estréia ao vivo.
            Um vídeo não oficial com imagens feitas pelos fãs, ensaios e bastidores foi lançado, marcando a estréia da música Livin’ the Dream na íntegra. Em seguida, J. Ahola disponibilizou outro vídeo com trechos do segundo show ao vivo, que aconteceu em Helsinque. 
             No dia 07/jan eles entraram em estúdio para gravação do primeiro álbum, que deverá ser lançado este ano.Vários shows já estão agendados para o AHOLA este ano, na Finlândia.

AHOLA: Integrantes

Além de J. Ahola, fazem parte do AHOLA:

Foto: divulgação.
Antti Mäkelä
Bateria

Antti é um amigo de infância de J. Multi instrumentista, começou a tocar bateria com 5 anos de idade, e formou sua primeira banda com 12. Depois da escola, foi para o Conservatório de Tampere para estudar teoria musical e bateria. Eventualmente se mudou para Turku para continuar os estudos e se formar como professor (profissão extremamente prestigiosa na Finlândia). 
Participou de diversas bandas durante sua carreira, como o J. Lucifer’s Studio Orchestra, que tocava versões diferentes de clássicos do rock, o Helmisetti, e chegou a gravar dois álbuns com o Henno, onde ele tocava todos os instrumentos e Virpi Kamppuri fazia os vocais.
Entre suas influências, estão Ian Paice (Deep Purple, Whitesnake), Phil Rudd (AC/DC), John Bonham (Led Zeppelin), Vinnie Appice (Black Sabbath, Dio) and Laust Sonne (D:A:D).


Foto: divulgação.
Jari Laitinen
Contra-baixo

Jari começou a tocar baixo aos nove anos, quando decidiu formar uma banda com amigos na escola e este era o único instrumento faltando. Com apenas treze anos, tocou em um programa de TV com a banda “School Haters” (Odiadores de Escola, em tradução livre). Começou com heavy metal, mas eventualmente se interessou por blues, soul e funk (o original) também. Também foi recomendado para a banda AHOLA por Antti Mäkelä.



Foto: Jussi Aalto.
Antti Karhumaa
Guitarra Solo

Ainda não há muitas informações sobre ele. Começou a tocar guitarra inspirado pelo riff the Smoke on the Water (Deep Purple). Conhecido por várias participações na cena local finlandesa, dá aulas de guitarra e foi indicado para o AHOLA por Antti Mäkelä. 

AHOLA: Vídeos

Por ser uma banda super nova, ainda não há muitos vídeos. Como o AHOLA está em estúdio e tem vários shows marcados, isso deve mudar. Este post será sempre atualizado. 


2011 - AHOLA @ DOM
Vídeo publicado pelo próprio J, com trechos do segundo show da banda, que aconteceu em Helsinque, Finlândia. O vídeo contém trechos das seguintes músicas: Does it Matter What I Wear, Stoneface, Lay Down - Stay Down, Hurt You ao vivo e também trechos da versão demo de We Want Out.
http://youtu.be/kvO0hOfo2Fw

2011 – Livin’ the Dream
Vídeo não oficial, publicado pelo J, que junta cenas do primeiro show ao vivo em 06 de agosto de 2011 com cenas de ensaios e bastidores e a música Livin' the Dream na íntegra.
http://youtu.be/d7OE790-OqA

AHOLA: Discografia



EP/Demo
Ano de Lançamento: 2011

Composto, produzido, gravado e mixado por J. Ahola.




Faixas:
1. Livin’ the Dream
2. I Want You
3. Stoneface
4. Does it Matter What I Wear
5. The Spell
6. We Want Out

Northern Kings: Biografia


Foto: divulgação.

            A idéia de gravar versões heavy metal/sinfônico de músicas dos anos 80 surgiu durante as gravações e shows do projeto Raskasta Joulua. No começo de 2007, a idéia tomou forma e J. Ahola, Marco Hietala, Tony Kakko e JP Leppäluoto se juntaram para formar o Northern Kings (“Reis do Norte”, em tradução livre). O álbum de estréia, “Reborn”, foi lançado em 31 de outubro de 2007.
            No encarte, os quatro reis foram coroados de acordo com suas características principais. Desta forma, em traduções livres, J. Ahola é o Rei das Notas Altas, Marco Hietala é o Rei dos Reis, Tony Kakko é o Rei das Linhas Melódicas e JP Leppäluoto, o Rei do Místico.
            O “Reborn” contou com dois singles: Hello, originalmente gravado por Lionel Richie e interpretado por J. Ahola e We Don’t Need Another Hero, originalmente gravada por Tina Turner, interpretada por todos os membros e com o qual foi produzido um videoclipe.
            O grupo, que não tinha planos de fazer turnês ou shows ao vivo, foi convidado a se apresentar na festa do  Radio Rock Finlandia em 05 de dezembro de 2007. Marco Hietala, na época, estava em turnê com o Nightwish e não pode participar, mas J. Ahola, Tony Kakko e JP Leppäluoto compareceram e tocaram We Don’t Need Another Hero, Hello e Rebel Yell. Após o show, o grupo recebeu o disco de ouro (na Finlândia) por Reborn.
            O lançamento fez tanto sucesso que no ano seguinte os músicos se juntaram novamente para planejar um segundo álbum, que foi gravado e lançado em 19 de novembro de 2008. Com o nome de “Rethroned”, o álbum trouxe diversos clássicos atemporais, não somente da década de 80, com mais músicas cantadas por todo o grupo, explorando a dinâmica dos vocais e personalidades.

Apresentação do Northern Kings no Satama Open Air 2010, clique para fonte.

            Enquanto o primeiro álbum foi lançado apenas em parte da Europa e Japão, o segundo foi lançado também na América do Sul. No Brasil, foi lançado pela Warner e pode ser encontrado em diversas lojas (especialmente virtuais), como a DieHard (galeria do rock de São Paulo), Americanas Online, entre outras.
           No ano de 2008 o Northern Kings foi novamente convidado a se apresentar no Radio Rock Finlândia, que aconteceu em 05 de dezembro de 2008. Desta vez, todos puderam se apresentar. Tocaram Take on Me, We Don’t Need Another Hero, A Kiss from a Rose e A View to a Kill, em um show repleto de efeitos pirotécnicos.
            Em 2009, se apresentaram (como convidados, e não competidores) na festa de qualificação do Eurovision finlandês, e em 2010 fizeram os primeiros shows completos. Primeiro no Tavastia, Helsinque, e então no Satama Open Air, em Kemi. Os fantásticos shows ficaram lotados e diversos vídeos podem ser encontrados no YouTube (veja post sobre vídeos do Northern Kings para os links).
            Em 2011, houve um show especial do Northern Kings no Raskasta. Este show aconteceu em Oulu (norte da Finlândia) em 03.12.2011. 

Northern Kings: Integrantes

Além de J. Ahola, os seguintes vocalistas fazem parte da banda:


Marco Hietala
Nascido em 14 de janeiro de 1966 em Tervo, Finlândia, ficou famoso ao entrar para o Nightwish em 2002, como baixista e vocalista. Co-fundador da banda Tarot, na década de 80, fazia sucesso na Finlândia e participou de diversos projetos, além de fazer participações especiais para diversas bandas (como Delain e Amorphis, por exemplo). Também fez parte do projeto Raskasta Joulua. Mais informações sobre Marco, em português, podem ser encontradas neste link.


Tony Kakko
Nascido em 16 de maio de 1975 em Kemi, Finlândia, é o vocalista e principal compositor do Sonata Arctica desde 1996. Também participou de outros projetos paralelos e fez diversas participações especiais, em especial com o Nightwish no DVD From Whishes to Eternity e na regravação de Astral Romance. Também fez parte do projeto Raskasta Joulua. Mais informações sobre Tony, em português, podem ser encontradas neste link.


JP Leppäluoto
Nascido em 15 de novembro de 1974 em Raahe, Finlândia, é mais conhecido pelo trabalho no Charon, que infelizmente terminou este ano. JP também cantou no primeiro álbum do Poisonblack e já excursionou com o Amorphis. Também fez parte do projeto Raskasta Joulua. Mais informações sobre JP, em português, podem ser encontradas neste link.

Os músicos que participaram das gravações e/ou shows ao vivo foram:
Piano/teclados: Vili Ollila;
Guitarra: Erkka Korhonen;
Baixo: Erkki Silvennoinen;
Bateria e percussão: Mirka Rantanen, Anssi Nykänen e Sami Osala;
Orquestrações: Mikko P. Mustonen;
Vocais de Apoio: Erkka Korhonen, Aleksi Parviainen e Patrik Eriksson.

Northern Kings: Vídeos

Clipes

2007 – We Don’t Need Another Hero
http://youtu.be/xKwQKqQ8MMY

2008 – Kiss From A Rose
http://youtu.be/vDLSlg78gFU

Bastidores, TV, Ensaios 

2010 – Bastidores
16 a 21/ago, vídeo de J. Ahola dos bastidores antes dos primeiros shows do Northern Kings.
http://youtu.be/J7gb5eQKEZ8

2009 –Take On Me
31/jan, apresentação (fora da competição) nas finais finlandesas do Eurovision. Áudio e vídeo estão dessincronizados, mas vale a pena.
http://youtu.be/GkHJRrMwmSQ

2009 – A View to a Kill
Ensaio.
http://youtu.be/YZvImKPcG_c

2009 – We Don’t Need Another Hero
Ensaio.
http://youtu.be/SAa-dB376pQ

Canais de Fãs no YouTube

Vídeos ao vivo feitos por fãs sortudos, com várias diferentes aparições de J. Ahola com o Northern Kings.

CalthaGold        
http://www.youtube.com/user/CalthaGold

Novelle77                                      
http://www.youtube.com/user/Novelle77

Atturam  
http://www.youtube.com/user/Atturam

Northern Kings: Discografia

Lapponia (single)
Ano de lançamento: 2010

Faixas:
1. Lapponia – 3:38
Interpretado por todo o grupo.
2. Lapponia (versão para rádio) – 3:20
Interpretado por todo o grupo.



Rethroned (álbum)
Ano de lançamento: 2008

Produtor: Erkka Korhonen
Gravação: Erkka Korhonen, Ossi Tuomela, Timo Kurvinen, Juha Matinheikki / HIP, Sonic Pump Studios, Seawolf, BRR Musiikki, DukeJohn’s Road, Road Dog Wiima Tourbus e Pathos Music.
Mixado por: Mikko Karmila / Finnvox
Masterizado por: Svante Forsbäck / Chartmakers

Faixas:
1. Training Montage (Vince DiCola) - 3:34
Instrumental, solos por Erkka Korhonen.
2. Wanted Dead Or Alive (Bon Jovi) – 3:49
Interpretado por Marco Hietala.
3. Kiss From A Rose (Seal) – 6:02
Interpretado por todo o grupo.
4. A View To Kill (Duran Duran) – 5:18
Interpretado por todo o grupo.
5. Nothing Compares 2 U (Prince/Sinéad O’Connor) – 6:40
Interpretado por Tony Kakko.
6. My Way (Frank Sinatra) – 4:20
Interpretado por J. Ahola.
7. Strangelove (Depeche Mode) – 4:34
Interpretado por todo o grupo.
8. Take On Me (A-ha) – 3:56
Interpretado por todo o grupo.
9. I Should Be So Lucky (Kylie Minogue) – 4:42
Interpretado por JP Leppäluoto e J. Ahola.
10. Killer (Adamski com Seal) – 4:31
Interpretado por todo o grupo.
11. Roisin Dubh (Black Rose): a Rock Legend (Thin Lizzy) – 7:30
Interpretado por Marco Hietala e J. Ahola.
12. They Don’t Really Care About Us (Michael Jackson) – 4:46
Bônus track do Japão, interpretado por Marco Hietala e Tony Kakko.
13. They Don’t Really Care About Us – Orquestrada (Michael Jackson) – 4:48
Bônus track do iTunes, interpretado por Marco Hietala e Tony Kakko.


Kiss from a Rose (single)
Ano de lançamento: 2008

Faixa:
1. Kiss from a Rose (versão para rádio) (Seal) – 4:50
Interpretado por todo o grupo.





Reborn (álbum) 
Ano de lançamento: 2007

Produtor: Erkka Korhonen
Gravação: Erkka Korhonen / HIP e Sonic Pump Studios
Mixado por: Mikko Karmila / Finnvox
Masterizado por: Svante Forsbäck / Chartmakers




Faixas:
1. Don’t Stop Believin‘ (Journey) – 5:29
Interpretado por Marco Hietala.
2. We Don’t Need Another Hero (Tina Turner) – 4:48
Interpretado por todo o grupo.
3. Broken Wings (Mr. Mister) – 5:32
Interpretado por Tony Kakko.
4. Rebel Yell (Billy Idol) – 7:29
Interpretado por JP Leppäluoto.
5. Ashes to Ashes (David Bowie) – 4:39
Interpretado por Tony Kakko.
6. Fallen on Hard Times (Jethro Tull) – 3:54
Interpretado por Marco Hietala.
7. I Just Died in Your Arms (Cutting Crew) – 5:49
Interpretado por J. Ahola.
8. Sledgehammer (Peter Gabriel) – 5:08
Interpretado por Tony Kakko.
9. Don’t Bring me Down (Electric Light Orchestra) – 4:06
Interpretado por J. Ahola.
10. In the Air Tonight (Phil Collins) – 4:35
Interpretado por Marco Hietala.
11. Creep (Radiohead) – 5:38
Interpretado por JP Leppäluoto.
12. Hello (Lionel Richie) – 4:31
Interpretado por J. Ahola.
13. Brothers in Arms (Dire Straits) – 6:59
Interpretado por JP Leppäluoto.



Hello (single)
Ano de lançamento: 2007

Faixa:
1. Hello (Lionel Richie) – 4:33
Interpretado por J. Ahola.
Bônus: clipe de We Don’t Need Another Hero.



We Don’t Need Another Hero (single)
Ano de lançamento: 2007

Faixas:
1. We Don’t Need Another Hero (versão para rádio) (Tina Turner) – 4:28
Interpretado por todo o grupo.
2. We Don’t Need Another Hero (Tina Turner) – 4:48
Interpretado por todo o grupo.

Raskasta Joulua: Biografia



O Raskasta Joulua é um projeto idealizado pelo guitarrista Erkka Korhonen em 2004, com o intuito de celebrar o Natal com rock e heavy metal. Logo após dar forma à idéia, Erkka conseguiu um contrato para preparar um álbum de estúdio, atuando como produtor, diretor musical e principal arranjador das composições.

Com o auxílio de Tero Kostermaa nos arranjos, teclados e programação, o álbum de estréia do projeto foi lançado no final de 2004. Com o nome de Raskasta Joulua, contou com versões de músicas típicas finlandesas e internacionais. As vendas foram boas e decidiu-se organizar uma pequena turnê em 2005, onde J. Ahola foi convidado para participar, junto com Marco Hietala e Ville Tuomi. Os shows aconteceram em Tampere, Kuopio e Helsinque, agradando ao público e aos músicos.
J. Ahola, no estúdio, 2006.
Um novo álbum de estúdio começou a ser planejado, e após negociações fechou-se um contrato com a Warner Music Finland. J. Ahola foi um dos vocalistas convidados, interpretando duas músicas. As gravações foram feitas no Sonic Pump, em Helsinque, em julho de 2006. Os arranjos ficaram mais pesados e complexos, com a contribuição de Vili Ollila, Aleksi Parviainen e Peter Lerche.
O álbum foi lançado no final de 2006 e alcançou grande sucesso. A música Ilouutinen, interpretada por J. Ahola, foi bastante tocada pelas rádios finlandesas na época do Natal de 2006. Uma pequena turnê aconteceu também em 2006, e desde então se tornou uma tradição nos últimos meses do ano na Finlândia.

Em Helsinque, 2010 (fonte: staymetal.su)

Em 2010, foi feita a maior turnê até o momento, com diversas datas com ingressos esgotados. Foram mais de 8.000 espectadores no total, um número bastante significativo para os padrões finlandeses. Os integrantes da última turnê foram: Erkka Korhonen como diretor artístico e guitarrista, Vili Ollila nos teclados, Erkki Silvennoinen no baixo, Tuomas Wäinölä na guitarra, e Twist Twist Erkinharju na bateria. Os vocalistas, que variaram de local para local, foram: J. Ahola, Marco Hietala, Tony Kakko, JP Leppäluoto, Tommi Salmela, Ari Kouvinen, Ilja Jalkanen e Antony Parviainen.

Em 2011, a tradição continuou.  Um novo solista foi anunciado: Pasi Rantanen, que cantou no álbum de estréia. Além dele, cantaram J. Ahola, Marco Hietala, Tony Kakko, JP Leppäluoto, Tommi Salmela, Ari Koivunen, Ilja Jalkanen e Antony Parviainen. Os vocalistas variaram de local para local. A banda foi composta por Erkka Korhonen como diretor artístico e guitarrista, Vili Ollila nos teclados, Erkki Silvennoinen no baixo, Tuomas Wäinölä na guitarra, e Mirka Rantanen na bateria.
Em dezembro de 2011, foi lançado o EP digital “Jouluksi Kotiin”, que pode ser adquirido através da página do Raskasta Joulua (apenas em finlandês). O EP conta com 5 músicas, sendo 4 ao vivo e uma inédita. Entre elas, há uma versão ao vivo de Ilouutinen, com J. Ahola nos vocais.